Viver

Clarisse Silva: A arquitecta de luzes que escala andaimes para curar vitrais

2 abr 2026 10:00

Chegou do Brasil com um diploma de arquitectura para aprender cantaria. Acabou a domar a alquimia do vidro e da luz nos maiores monumentos nacionais

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Jacinto Silva Duro

O domínio da técnica já lhe valeu requalificações em jóias do património edificado como o Mosteiro da Batalha, Palácio da Bolsa, no Porto, ou Convento de Cristo, em Tomar.

O percurso de Clarisse Silva é uma narrativa de superação na arte do vitral e na vida pessoal, faces de uma moeda que aceita e abraça como parte do seu ADN.

Recorda as escolhas e um labor que nem uma gravidez de risco a impediu de se empoleirar em andaimes a dezenas de metros do chão por amor à arte.
Sentada na mesa de trabalho, no seu atelier em Porto de Mós, recorda que tudo começou quase por acaso, quando, em Setembro de 1995, Clarisse Silva aterrou em Portugal vinda do Rio Grande do Sul.

Tinha um diploma de arquitectura na bagagem e a intenção de aprender cantaria artística na extinta Escola de Artes e Ofícios da Batalha.

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