Login
Esqueci a password

Se esqueceu o seu Username ou a sua Password envie-nos o seu e-mail e receberá os seus dados de acesso por e-mail.

Se não sabe que endereço de e-mail utilizou no seu registo, por favor contacte os nossos serviços através do nosso e-mail assinantes@jornaldeleiria.pt.

Para procurar palavras exactas utilize aspas. Ex: "Castelo de Leiria" "Jornal de Leiria"
Área restrita

A secção que pretende aceder é restrita a assinantes do Jornal de Leiria. Para se tornar assinante vá à área Assinatura.

Se já for assinante da edição impressa, pode registar-se na edição online, sem custos adicionais.

Caso já tenha um registo, efectue login.

Opinião

Amélia do Vale Voltar

15:40 - 03 Outubro 2019
Só os simplórios ainda não o perceberam…

Só os simplórios ainda não o perceberam…

Tal como num prato juntar arroz e pato não faz que nele nos apareça arroz de pato

Ao ler um artigo de opinião chamado O ambientalista simplório lembrei-me de comparar o pensamento do autor, ao gerar este artigo, a uma mistela feita de arroz e de pato, que comi num jantar este fim de semana intitulada, pomposamente, na ementa, de Arroz de pato bravo.

Talvez por estar farta de ouvir os críticos radicais a opinarem como perigoso, porque radical, o discurso de Greta Thunberg (aqui, apetece-me citar Mateus: por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão e não vês a trave que está no teu olho? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho e, então, cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão), tenho-me sentido incapaz de concordar com a ferocidade das críticas feitas ao radicalismo do discurso dos que defendem a necessidade de mudarmos os nossos consumos.

Tal como num prato juntar arroz e pato não faz que nele nos apareça arroz de pato, também não é verdade que (como é sugerido no artigo) só com uma cultura intensiva de olivais no Alentejo se baixe o preço do azeite, tornando-o acessível a todos e assim não ficarem os pobres condenados a comerem bolos!

Ora, chamemos os bois pelos nomes. O que o autor deste artigo fez foi o mesmo que o cozinheiro da mistela que comi pretendeu fazer-me: chamou arroz de pato à junção feita de forma simplista de arroz e pato, e ao adjetivar o pato de bravo tentou desviar a minha atenção da péssima confeção do prato!

Ao apontar as necessidades de consumo dos  

LER MAIS

Faça para ler a totalidade do artigo ou registe-se e aceda à versão integral deste texto





Os comentários são da exclusiva responsabilidade do utilizador