Login
Esqueci a password

Se esqueceu o seu Username ou a sua Password envie-nos o seu e-mail e receberá os seus dados de acesso por e-mail.

Se não sabe que endereço de e-mail utilizou no seu registo, por favor contacte os nossos serviços através do nosso e-mail assinantes@jornaldeleiria.pt.

Para procurar palavras exactas utilize aspas. Ex: "Castelo de Leiria" "Jornal de Leiria"
Área restrita

A secção que pretende aceder é restrita a assinantes do Jornal de Leiria. Para se tornar assinante vá à área Assinatura.

Se já for assinante da edição impressa, pode registar-se na edição online, sem custos adicionais.

Caso já tenha um registo, efectue login.

Opinião

Paulo José Costa Voltar

11:37 - 01 Março 2019
Leiria uma Capital de Poesia

Leiria uma Capital de Poesia

Além do entretenimento, a poesia é transformação, afoiteza e desassombro.

Ousar é um verbo que pressupõe sempre algum risco. E isso é mais do que não temer a audácia que permite alcançar algo determinante, no acto de conquistar o ânimo que em nós assume elevação substancial.

Neste plano, trazer a público um conjunto de iniciativas e acções programadas em que a poesia serve de móbil e senha, é assumir o arrojo que enaltece o legado poético que reside na cidade de Leiria, pelo menos desde que o rei trovador compôs as suas cantigas de amor e amizade, récitas destinadas a relevar essas virtudes na corte, sempre imbuído de destemor, intrepidez e valentia.

Além do entretenimento, a poesia é transformação, afoiteza e desassombro.

Um fôlego misterioso e insolente, que para alguns assume uma espécie de tom encantatório, mas para outros contém uma função salvífica. E o verso ganha vida na expressão narrativa de outras artes, conferindo aos vocábulos a respiração e o sincretismo que os sentidos acolhem e que a alma pressente, indelevelmente.

A música, a declamação, a dança, a pintura, o teatro, a fotografia, o património, a história, a cidadania, a interactividade, o vídeo/documentário ou o cinema servem-se da palavra para gerar arrebatamento, enlevo, fascínio.

Num formato inédito em Portugal, será possível edificar pela terceira edição consecutiva, com um carácter bianual desde 2015 (no presente ano, de 20 a 24 de Março), uma autêntica ronda (na genuína acepção do termo).

E tal possibilitará a quem se atreva a cirandar pelas ruas, vogar com os versos pela Praça, entrar de rompante na Livraria, no Museu, na Biblioteca, na Casa do Celeiro, no Moinho do Papel, na Igreja da Misericórdia, ingressando com uma chave de palavras na Prisão, indo ao Politécnico, ao Bairro, alojando-se no Hostel, bebendo café na Esplanada, sorvendo um copo no Bar, escrevendo e lendo na Escola, auscultando a prescrição na consulta do Hospital, ou reavivando o pensamento na Casa de Repouso,  

LER MAIS

Faça para ler a totalidade do artigo ou registe-se e aceda à versão integral deste texto





Os comentários são da exclusiva responsabilidade do utilizador
João Nazário
10 Outubro 2019
Fernando Ribeiro*
07 Outubro 2019