Opinião

A Web Summit, a inovação a as pessoas

9 nov 2017 00:00
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Manuel Gomes, economista

Decorre, no momento em que escrevo, a Web Summit em Lisboa reunindo cerca de 60 000 pessoas vindas de “franças e araganças” à procura de promessas com futuro no domínio das novas tecnologias.

Várias personalidades mundiais foram convidadas como conferencistas, dando brilho e glória ao evento, a começar pelo “nosso” Secretário-geral da ONU, António Guterres, mostrando a importância mundial deste evento que, é grato lembrar, foi trazido para Portugal pelo ilustre leiriense João Vasconcelos, que muita falta faz no actual Governo.

Portugal está na moda, mas é fundamental que o esteja, também, por conseguir atrair o que de melhor existe no mundo das tecnologias e da inovação. A inovação é hoje inultrapassável na competitividade das empresas, mas, mais importante, dos países que lutam pela hegemonia geoestratégica e económica do planeta.

A nível das empresas, penso que já ninguém duvida que os modelos de negócio estão a mudar e que, dentro de muito poucos anos, tudo será diferente, incluindo o desaparecimento de muitas profissões substituídas, parcialmente, pelo aparecimento de outras, mas, sobretudo, por robôs e pela inteligência artificial.

Contudo, a inovação pode ter consequências trágicas para a raça humana. 

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