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Fotojornalistas e fotógrafos vendem fotografias para ajudar bombeiros
Fotografia: Marcelo Brites (2011)

Sociedade

17 Julho 2017

Fotojornalistas e fotógrafos vendem fotografias para ajudar bombeiros

Lucros da venda de imagens captadas pelas objectivas de profissionais da imagem revertem para os bombeiros.

Na acção Uma imagem solidária, fotografias captadas por quase mais de uma centena de fotojornalistas e fotógrafos profissionais podem ser vistas e compradas, por um valor mínimo de 20 euros, explica o mentor da iniciativa, o fotojornalista António Cotrim.

A este juntaram-se a fotógrafa Cristina Fernandes e o jornalista Paulo Guerrinha, que conseguiram reunir mais de 170 fotografias que podem ser adquiridas no dia 19 de Julho no Museu das Comunicações, Lisboa, a partir das 18 horas, e na quinta-feira, dia 20, a partir das 10 horas.

A acção destes fotojornalistas, sob o lema "o melhor de cada um de nós para o melhor de todos nós", estendeu-se a outros profissionais da fotografia.

"Neste momento de solidariedade não deve haver barreiras entre fotógrafos com e sem carteira de jornalista, deve haver união", referiu o fotojornalista da agência Lusa.

As imagens são de tema livre e impressas no formato 30x40 tendo, como algumas, sublinha António Cotrim, chegado de Macau, da China, da Alemanha, de França e do Brasil.

Na página da iniciativa na rede social Facebook já foram sendo divulgadas algumas das imagens, disponíveis para venda por um valor mínimo "simbólico, que não paga o trabalho de quem fotografou, mas que tenta ir ao encontro do maior número de participantes".

Dois grandes incêndios começaram no dia 17 de Junho em Pedrógão Grande e Góis, tendo o primeiro provocado 64 mortos e mais de 200 feridos. Foram extintos uma semana depois.

Estes fogos terão afectado aproximadamente 500 habitações, 169 de primeira habitação, 205 de segunda e 117 já devolutas. Quase 50 empresas foram também afectadas, assim como os empregos de 372 pessoas.

Os prejuízos directos dos incêndios ascendem a 193,3 milhões de euros, estimando-se em 303,5 milhões o investimento em medidas de prevenção e relançamento da economia, sem contar com os custos com meios aéreos, bombeiros, equipamento, viaturas e combustível.

A fileira florestal e do eucalipto facturaram no ano passado 2.100 milhões de euros.

Lusa com JORNAL DE LEIRIA

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