Opinião

Tempos Difíceis

16 out 2017 00:00

Como sabemos, a globalização económicofinanceira aprofundou as desigualdades sociais e económicas nos chamados países do terceiro mundo, a que apenas escapam as economias emergentes da Índia, Brasil ou China.

A propósito, diga-se que nas décadas de sessenta e setenta do século passado, brilhantes ensaístas económicos e políticos defenderam, com afinco, a criação de uma nova ordem económica internacional-NOEI, que abrangesse designadamente os países da África do Norte, Central e Oriental.

Com este intuito, pretendia-se, por um lado, direccionar o investimento internacional para as zonas mais deprimidas do globo e, por outro, propiciar a criação de riqueza e emprego de modo a estancar a sangria imigratória de centenas de milhares de pessoas para a Europa que, então como hoje, fogem da doença, da fome e da guerra.

Todavia, falhada a NOEI e passados mais de trinta anos, a emigração não foi contida e, pelo contrário, a Europa está cada vez mais pressionada para acolher emigrantes das Áfricas e os refugiados da guerra da Síria, Iraque ou Afeganistão.

Ora, como é sabido, a imigração em massa para a Europa, traz consigo problemas de integração social, que não é possível escamotear. Com efeito, o Islamismo, religião professada pela esmagadora maioria destes imigrantes, assenta na concepção e trave mestre doutrinária do expansionismo, através de métodos que, em última análise, não desprezam o terrorismo.

 

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