Economia

“Lavar a cara” para impulsionar os negócios

27 out 2016 00:00

Mudar montras, fazer obras ou apostar em novos produtos são algumas das estratégias para manter vivo o interesse dos clientes ao longo dos anos

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Daniela Franco Sousa

Há espaços comerciais que abriram portas há anos, por vezes há décadas, mas que se apresentam no mercado tão frescos como se tivessem sido inaugurados há dois dias. É preciso renovar a aparência das montras com frequência, mas também introduzir alterações de fundo, seja com obras nos espaços comerciais, seja com a alteração dos produtos oferecidos.

“Lavar a cara”, demonstram os empresários ouvidos pelo JORNAL DE LEIRIA, é sempre uma forma de manter vivo o interesse do público, independentemente da data de fundação do negócio.

As perfumarias Balvera estão no mercado há mais de duas décadas. E a actualização das suas lojas, a par dos produtos e do atendimento, tem sido um dos trunfos desta estrutura sediada em Pombal, que entretanto se multiplicou e atingiu os 38 pontos de venda distribuídos por todo o País.

De acordo com a gerência da Balvera, a empresa tem feito várias obras de fundo na modernização das lojas, uma medida que surge à medida que cada uma delas vai precisando, e tem feito um esforço regular para modernizar o mobiliário, os expositores, e, com mais frequência ainda, alterar as montras com diferentes disposições de produtos.

A tendência, explica a gerência, é no sentido de modernizar e normalizar as várias perfumarias Balvera, para que um cliente que entre numa loja em Lisboa se sinta exactamente como na loja que conhece em Leiria.

No que à execução das monstras diz respeito, existem algumas delas que são executadas de acordo com os materiais e regras impostas pelas marcas que representam, e existem também montras mais livres, onde as colaboradoras têm mais liberdade para criar, de acordo com temáticas e épocas do ano, explica a gerência.

Sempre que se muda algo na montra e se faz uma animação da loja, a Balvera sente uma resposta do público, com maior afluência na loja.

Além da actualização do espaço físico, é necessário acompanhar as necessidades dos clientes, com a loja online e com as redes sociais, que funcionam como complemento, salienta a Balvera.

Vasco Ferreira, proprietário do Chico Lobo, de Leiria, também sentiu a necessidade de actualizar o negócio.

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