Saúde

Doentes respiratórios crónicos com nova resposta em Leiria

7 dez 2017 00:00

Centro Hospitalar de Leiria cria Programa de Reabilitação Respiratória

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Jacinto Silva Duro

O Centro Hospitalar de Leiria (CHL) tem disponível o Programa de Reabilitação Respiratória (PRR), que visa controlar a doença e melhorar a sintomatologia dos utentes com doenças respiratórias crónicas.

A nova valência dispõe de uma equipa multidisciplinar, que junta pneumologistas, fisiatras, fisioterapeutas, enfermeiros de reabilitação e técnicos de cardiopneumologia, com a consultoria de psiquiatras, nutricionistas e assistentes sociais, refere uma nota de imprensa.

Além de controlar melhor a doença, a reabilitação respiratória pretende melhorar a tolerância ao exercício e a qualidade de vida dos doentes com doenças respiratórias crónicas.

Uma das doenças muito prevalentes de foro respiratório é a Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC)

De acordo com a nota do CHL, este programa baseia-se na evidência, destinada a pessoas com doenças respiratórias crónicas, sintomáticas e com limitação nas actividades de vida diária.

Com este programa, os doentes são integrados num tratamento individualizado, que inclui “exercícios de reeducação do acto respiratório, fortalecimento muscular e recondicionamento aeróbio, com o objectivo de reduzir os sintomas, promover o estado funcional, aumentar a participação e a independência dos utentes, e promover a actividade física durante e após o programa”, explicou Filipa Januário, médica do Serviço de Medicina Física e de Reabilitação citada naquele comunicado.

Uma das doenças muito prevalentes de foro respiratório é a Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC). “A mais-valia de um Programa de Reabilitação Respiratória na DPOC inclui a melhoria sobre a capacidade de esforço, da dispneia, da fadiga, da qualidade de vida e a redução da ansiedade e da depressão”, disse ainda a pneumologista Sónia Silva.

A especialista acrescentou que este programa “também mostra benefícios no número e na gravidade de exacerbações da doença e na consequente utilização dos serviços de saúde, e no prognóstico da doença, internamentos e mortalidade”.

 

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