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Comércio da Rua Direita mais pobre com fecho de várias lojas
Fotografia: Raquel de Sousa Silva

Economia

04 Agosto 2017

Comércio da Rua Direita mais pobre com fecho de várias lojas

Lima Litoral

Obras e falta de clientes ditam encerramento ou mudança.

Até ao fim deste mês, a Barão de Viamonte (Rua Direita), em Leiria, irá perder quatro espaços de comércio, ficando “mais pobre”.

Falta de clientes ou obras nos prédios onde estão instalados alguns dos negócios são os motivos que ditam o seu encerramento ou a mudança para outro local.

“Há algum movimento, mas de pessoas a passear ou que frequentam os restaurantes. A rua não é procurada para compras”, constata Bruno Rodrigues, que esta segunda-feira fechou a loja que tinha naquela artéria, e que não chegou a estar um ano aberta.

A Fina & Strada vendia sapatos, malas, carteiras, cintos e outros artigos “de qualidade”. O jovem – que tem uma loja no centro da Marinha Grande e abriu na zona histórica de Leiria por acreditar que poderia funcionar ainda melhor do que na cidade vidreira - diz que “os encargos eram muitos” e que as vendas não eram suficientes.

Também a loja Jóias da Cidade vai fechar na Rua Direita, mas reabrir noutra zona do centro histórico. Sandrine Vieira partilha a opinião de que há pessoas que passam naquela artéria, mas não param para fazer compras.

“A feira medieval, evento extraordinário, com o qual concordo, não teve impactos na minha loja. Só vendi aos clientes habituais, não a forasteiros”, exemplifica. “A alma da Rua Direita acabou. Já não é uma rua de comércio como era há 20 anos”, lamenta.

Naquele espaço, aberto há dois anos, estavam à venda artigos da marca Jóias da Cidade, objectos de autor e joalharia contemporânea. Sandrine Vieira diz que várias das suas clientes se queixavam de que “a rua é escura e não oferece segurança”, nomeadamente porque há prédios com telhas em risco de cair.

Por isto, e pela falta de clientes, resolveu sair da Rua Direita. “Há um trabalho muito grande da parte dos comerciantes [para se manterem], mas não há recompensa, diz a jovem, que espera que com a requalificação de alguns prédios a zona volte a ser atractiva. Acredita, contudo, que para tal será também necessário um trabalho “muito grande e profundo”.

 

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Raquel Sousa Silva
Redacção Raquel Sousa Silva raquel.silva@jornaldeleiria.pt






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