Desporto
Refém de contrato, Marinhense tomba na distrital longe da sua identidade
Várias entradas e saídas de jogadores, instabilidade no corpo técnico e polémicas marcaram a última época do futebol sénior, que desceu ao campeonato distrital e tem, a 8 de Maio, eleições marcadas
Foram 51 jogadores, quatro treinadores, quatro roupeiros, dois directores desportivos e várias polémicas à mistura. A última época do AC Marinhense viveram-se momentos conturbados, com instabilidade na equipa principal e no comando técnico, mas também com episódios caricatos que contribuíram para o desânimo das gentes ao redor do emblema.
No topo da pirâmide esteve, nos últimos anos, um contrato com um investidor que tomou as rédeas das decisões da equipa sénior. Decidia quem contratava e quem saía. Na época passada, a direcção do clube, liderada por João Carlos Pereira, arcava com 50% dos custos, apesar de não ter uma palavra a dizer na gestão. À altura da renovação, alteraram-se as condições do contrato e o investidor, Filipe Barbosa, passou a assumir todas as despesas.
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