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Mário Branquinho: “Procuramos conciliar adesão das pessoas do concelho de Caldas e da região que vai de Lisboa a Coimbra”
O director-geral do Centro Cultural e de Congressos de Caldas da Rainha defende o papel das salas de espectáculos no desenvolvimento do território e propõe diversidade, apoio à criação e ligação à comunidade
Depois de três anos no cargo, a recondução de Mário Branquinho, em Dezembro, agora para um período de quatro anos, significa que vai manter-se até 2029 como director-geral e de programação do Centro Cultural e de Congressos de Caldas da Rainha. Com um orçamento de 900 mil euros por ano, o CCC atraiu em 2024 aproximadamente 100 mil espectadores.
Qual tem sido a taxa média de ocupação dos espectáculos realizados no CCC?
Esse é um balanço que nós fazemos normalmente em Fevereiro, mas de todo modo temos tido boas taxas de ocupação, por exemplo, do grande auditório, três auditórios por mês, em média, esgotados, das várias áreas artísticas.
Essa realidade está em linha com as vossas expectativas?
Sim, sim, sim. Do ponto de vista quantitativo, mas sobretudo do ponto de vista qualitativo. Do ponto de vista qualitativo, tem a ver com os vários espectáculos de várias áreas artísticas que nós procuramos proporcionar aos vários públicos, seja de teatro, dança, música, performance e outras áreas. Do ponto de vista quantitativo, procuramos conciliar adesão das pessoas do concelho e da cidade das Caldas, mas também da região que vai de Lisboa a Coimbra. Tem sido muito positivo na área da programação artística e na componente de congressos.
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