Viver

Inês Condeço. Viajar no espaço entre os pássaros é um acto de resistência

17 abr 2026 08:00

Antes do concerto em Leiria, esta sexta-feira há disco novo para ouvir em vinil e nas plataformas digitais

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O primeiro encontro com o público dá-se na próxima semana (Galeria Zé dos Bois, Lisboa)
Frederico Cordeiro Ferreira

Que farei quando tudo arde? O verso de Sá de Miranda (e título de um romance de António Lobo Antunes) podia ser o gatilho do novo álbum de Inês Condeço, em que a compositora regressa aos caminhos da experimentação e do improviso com “uma reflexão” sobre “o lugar de esperança e luz no mundo distópico, desumanizado e veloz”.

Depois de um disco de estreia a solo, Lacuna, colocado entre os 50 melhores álbuns nacionais de 2024 pela equipa da Blitz, a antiga aluna do Orfeão de Leiria e do Conservatório de Ourém volta a coser o piano acústico com a electrónica para tecer ambientes e texturas através da manipulação do som e da voz.

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