Sociedade

Gui Garrido conjuga palavras com imagens que evocam actos agressivos

21 out 2020 20:24

Campanha contra a violência sobre as mulheres e violência doméstica organizada pela União de Freguesias de Marrazes e Barosa

Clique em cima na imagem para ver o vídeo

A União de Freguesias de Marrazes e Barosa, no concelho de Leiria, apresentou hoje mais um vídeo da campanha de prevenção da violência contra as mulheres e violência doméstica, a que o JORNAL DE LEIRIA se associou.

Gui Garrido retrata a violência doméstica numa conjugação de imagens e palavras sobre agressões em mais um vídeo da campanha de sensibilização, que dá pelo nome de 54' .

O nome escolhido parte das conclusões de um estudo que revela que "54 minutos" é o tempo livre que cada mulher tem para si durante as 24 horas de um dia.

Este e outros dados podem ser lidos As mulheres em Portugal, hoje, publicação editada pela Fundação Francisco Manuel dos Santos.

“O 54' tem como objectivos principais promover a minimização e eliminação de comportamentos violentos e de representações e estereótipos subjacentes à violência contra as mulheres e promover mudanças de atitudes e comportamentos com vista à valorização do respeito e igualdade”, explica Catarina Dias, secretária da Junta de Marrazes e responsável pelo projecto, que tem o apoio do Município de Leiria.

A campanha é o resultado de um desafio lançado a 54 pessoas, colectivos e instituições do campo artístico, maioritariamente, da área de abrangência da Rede Cultura 2027, da intervenção social e outros de destaque e relevo na comunidade. 

Durante todos os 54 dias de duração da campanha serão apresentados novos filmes, à velocidade de um a cada 24 horas.

Gui Garrido frequenta o curso de Artes Plásticas na Escola Superior de Arte e Design das Caldas da Rainha.
De 2004 a 2006 estudou dança contemporânea no Fórum Dança e Impulstanz, em Viena, Áustria.
Como coreógrafo criou os seguintes duetos: I WANT MORE FANS YOU WANT MORE STAGE com António Pedro Lopes (2008), "a couple dance" com Mia Habib (2009), Still Difficult Duet (2007) e Still Standing You (2010) com Pieter Ampe.
Criou o seu primeiro solo GO JOHN em 2011 e estreou BEST BEAST em Janeiro de 2012, a sua primeira peça como coreógrafo.
Estreou também, em Maio de 2012, a peça A COMING COMMUNITY, uma colaboração com Hermann Heisig, Nuno Lucas e Pieter Ampe.
Entre 2007 e 2009, foi o programador do ciclo de jovens coreógrafos no âmbito do Festival A Fábrica (Porto). Com António Pedro Lopes organizou Sweet & Tender Collaborations (Porto, 2008), uma residência artística para 45 artistas de todo o mundo durante um mês. Este projecto foi uma parceria com o Teatro Nacional São João, entre outras entidades nacionais e internacionais.
Em 2012, a convite da Culturgest (Lisboa) criou, com António Pedro Lopes, o projecto CELEBRAÇÃO.
Um ciclo dedicado aos jovens coreógrafos nacionais e reflexão sobre as condições do trabalho artístico em território nacional.
Em 2014, criou o festival A PORTA, um festival multidisciplinar que ocorre em Leiria.
Desde 2015, integrou a equipa do festival TREMOR em São Miguel, Açores.
É, desde 2017, produtor da rede de digressões da nova música portuguesa SUPER NOVA.
Em 2019, integra a equipa do Fabric Arts Festival, em Fall River, Massachusetts, Boston.
Em 2020, em plena pandemia, cria o M A P A S, com António Pedro Lopes, um novo projecto de criação e programação artística com a colaboração do colectivo Til , Casota Collective, Omnichord Records e muitos outros intervenientes.
É director artístico do projecto Sob o Mesmo Céu, financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian no âmbito do programa PARTIS (Práticas Artísticas para a Inclusão Social), e desenvolve diversos projectos para a Câmara Municipal de Leiria (Festa dos Museus, Floresta Viva, entre outros).
Interessa-lhe continuar a desenvolver projectos de cariz cultural e social e desenvolver o seu trabalho como curador e programador de diversos projetos artísticos.
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