Opinião

Teorias Rurais

14 dez 2017 00:00

Esta gente endinheirada, que fala estranhas línguas, geralmente saxónicas, poderá ser o bálsamo e o motor da nova política da terra queimada que nos aguarda.

Gostava de desejar a todo o mundo umas agradáveis festas de Natal e de ano novo! Felizes com o fecho de mais um ano que tranquilamente se passou, sem grandes guerras, no nosso atlântico recanto.

Tivemos ainda a sorte grande de usufruir da presença insubstituível do Santo Padre no concelho de Ourém durante a Primavera, onde santificou dois jovens que outrora habitaram este local, conhecido pelas suas azinheiras.

A única situação de alguma complexidade que tivemos que enfrentar foi, de facto, o imbróglio florestal do passado verão, que mais uma vez provou o abandono das nossas bonitas serras e montes. Leiria sofreu bastante com este calamitoso período estival, acompanhando tragicamente todo o restante Pinhal Interior.

Não há obviamente solução à vista para isto, a não ser, porventura, a venda ou aluguer destas encostas e/ou cabeços a estrangeiros: turistas reformados ou caçadores. Esta gente endinheirada, que fala estranhas línguas, geralmente saxónicas, poderá ser o bálsamo e o motor da nova política da terra queimada que nos aguarda.

Este conteúdo é exclusivo para assinantes

Sabia que pode ser assinante do JORNAL DE LEIRIA por 5 cêntimos por dia?

Não perca a oportunidade de ter nas suas mãos e sem restrições o retrato diário do que se passa em Leiria. Junte-se a nós e dê o seu apoio ao jornalismo de referência do Jornal de Leiria. Torne-se nosso assinante.

Já é assinante? Inicie aqui
SAIBA COMO