Opinião

Teorias rurais

27 jun 2019 00:00

É aí, entre filipinos, somalis e alguns nepaleses, que deverei já gozar o São Pedro, festa maior em Porto de Mós e também noutras localidades.

Após inúmeras peripécias que vieram confundir o meu calendário, com a quase sobreposição das datas do solstício, das presidenciais na Mauritânia e do São João, consegui arranjar uns dias para repousar nas Termas de Monte Real antes de iniciar a campanha da pera rocha nas Caldas da Rainha.

É aí, entre filipinos, somalis e alguns nepaleses, que deverei já gozar o São Pedro, festa maior em Porto de Mós e também noutras localidades.

Se o foguetório mantiver a qualidade dos últimos anos, e se as distintas autoridades permitirem a chuva de canas e cinza, vou ficar na serra até o sol raiar, entre sardinhas e morcelas.

Na verdade, o programa que acarinhei na Fórnea, no passado solstício, foi muito parecido. Apenas substitui as sardinhas por queijo do Rabaçal, de forma a criar um enquadramento absolutamente terreno com as movimentações astrais regulares.

Os ciclos ecológicos alteram-se rapidamente e o avanço das pereiras no sul do distrito conduz hoje a uma forte mobilização de trabalhadores temporários para esta região. Acompanhando a monocultura do momento, repetem-se velhos hábitos.

É verdade que os “maltezes&rdq

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