Opinião

Salvaguardar hoje para reconstruir amanhã!

15 mai 2017 00:00
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Luís Miguel Narciso, vogal do CEPAE

Vivemos acontecimentos marcantes na nossa sociedade, transversais a todos os setores de atividade.

Facilmente identificamos um grande esforço para atingir objetivos diferenciadores, que distinguem e referenciam o nosso dia a dia de comunidade.

Conseguirmos superar marcos que anteriormente imaginaríamos ser impossível é o mote para esta reflexão… Ao assistir a estes acontecimentos, surgiu a questão, daqui a 10, 20, 50 e 100 anos, como é que a sociedade vai reconstituir, verdadeiramente, estes acontecimentos?

Ou então, como é que a sociedade está a reconstituir, verdadeiramente, os acontecimentos que já passaram?

Efetivamente estes momentos irão fazer parte do passado, e à medida que o tempo vai avançando cada acontecimento irá ocupar um espaço da nossa História, mais visível ou não.

Essa visibilidade depende em muito da nossa sensibilidade em preservarmos a informação, ou ainda como salvaguardamos cada elemento que faz lembrar e recordar esses feitos.

Acontece que daqui a 100, 200 ou mais anos, garantidamente não estamos para contar esta vivência, os elementos que preservámos não vão servir para contar como realmente aconteceu, e porquê?

Porque são os nossos elementos, servem para relembrar e avivar a nossa memória… para contar… “Naquele tempo…….”

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*Vogal CEPAE
*Esta coluna é da responsabilidade do Centro de Património da Estremadura (CEPAE) . www.cepae.pt
*Texto escrito de acordo com a nova ortografia