Opinião

Quando a soma de um com um, com um, não é igual a três

13 mar 2017 00:00
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Amélia do Vale

Registo, do artigo de Vítor da Fonseca: “As emoções não podem continuar a ser separadas das cognições nas escolas e nas salas de aula do século XXI, como o foram no passado"

Por interesse pessoal tenho andado embrenhada na leitura e análise crítica de três textos: o documento do Ministério da Educação (ME) “Perfil dos alunos à saída da Escolaridade Obrigatória”, na versão para consulta pública; o artigo “Importância das emoções na aprendizagem: uma abordagem neuro psicopedagógica” de Vítor da Fonseca; o romance histórico “Mar Liberal” de Jaime de Oliveira Martins.

Do documento do ME registo uma das implicações práticas enunciadas: “A assunção de princípios, valores e competências-chave para o perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória implica alterações de práticas pedagógicas e didáticas (…) e obriga a promover de modo sistemático e intencional, na sala de aula e fora dela, atividades que permitam ao aluno fazer escolhas, confrontar pontos de vista, resolver problemas e tomar decisões com base em valores”.

Registo, do artigo de Vítor da Fonseca: “As emoções não podem continuar a ser separadas das cognições nas escolas e nas salas de aula do século XXI, como o foram no passado. A aprendizagem significativa e motivadora é o resultado da interação entre a emoção e a cognição, ambas estão tão conectadas a um nível neuro funcional tão básico, que se uma não funcionar a outra é afetada consideravelmente”.

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*Professora

Texto escrito de acordo com a nova ortografia