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Opinião

José Amado da Silva Voltar

14:31 - 01 Fevereiro 2019
O direito ao futuro

O direito ao futuro

Mas uma leitura atenta do que é dito mostra bem que não é um “futuro qualquer”. É, antes, um futuro onde a dignidade de todos e de cada um dos seres humanos seja respeitada e promovida.

Meu Caro Zé,

Escrevo-te na sequência de um acontecimento de grande expressão, embora religioso e, portanto, potencialmente gerador de controvérsias na sua cobertura mundial, ou por razões de religiões diferentes, ou por defesa extrema da laicidade dos Estados e dos meios de comunicação a ele ligados, que foram as Jornadas Mundiais da Juventude realizadas na Cidade do Panamá.

Curiosamente, na sequência do anúncio de que as próximas jornadas (2022) se realizariam em Lisboa, mesmo entre muitos dos laicos, incluindo Governo e Câmara de Lisboa, essa preocupação pela neutralidade face o fenómeno religioso esbateu-se pelo efeito desse acontecimento para Lisboa e para Portugal.

Fico-me por aqui nesta interessante situação, pois o que me motivou a escrever-te foi uma frase que, para mim, dominou o discurso do Papa Francisco às autoridades políticas e diplomáticas presentes na Cidade do Panamá: “O direito ao futuro também é um direito humano”.

O Papa não fez uma exegese sobre o tema, mas o enquadramento geral do discurso, centrando-se, obviamente, nos destinatários das Jornadas – os jovens – referia-se ao direito ao futuro dos jovens e, mais genericamente, ao da Humanidade, pois a Terra, como a contínua invocação da sua Laudatio Si evidencia, não esteve esquecida.

Mas uma leitura atenta do que é dito mostra bem que não é um “futuro qualquer”. É, antes, um futuro onde a dignidade de todos e de cada um dos seres humanos seja respeitada e promovida.

E o primeiro e inalienável passo para que  

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14 Fevereiro 2019