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Opinião

Joaquim Ruivo Voltar

15:09 - 24 Janeiro 2019
Museus, monumentos e autonomia

Museus, monumentos e autonomia

Porque na realidade se há serviços onde com bom cabimento e assertivamente se pode falar de autonomia, são os monumentos.

O desejo de autonomia para os museus e monumentos da Direção-Geral do Património Cultural é consensual, embora o modelo a seguir ofereça discussão. É um debate onde, curiosamente, tudo se tem centrado nos museus, enfraquecendo o que poderia ser uma análise mais profunda. Porque na realidade se há serviços onde com bom cabimento e assertivamente se pode falar de autonomia, são os monumentos. E, logo por isso, deveriam ter sido inicialmente mais ouvidos e considerados.

Em primeiro lugar porque, com raras exceções, são os únicos serviços tutelados pelo Ministério da Cultura que apresentam resultados operacionais positivos. Os monumentos, há que colocar a análise nos território certo, são os que têm contribuído positivamente para o orçamento do Estado, onde as receitas pagam as despesas e onde os excedentes são mais amplos que os recursos colocados ao seu dispor por quem os tutela.

Mas como me desagrada falar de pormenores tão comezinhos como a rentabilidade dos monumentos e a comparação talvez injusta que se possa fazer com a dos museus, ainda assim há outros argumentos.

Se há serviços que têm tido capacidade de captação de novos públicos, que se têm integrado em redes internacionais de conhecimento e saber, que têm projetos de investigação de topo, que têm tido divulgação internacional, que têm tido uma ação culturalmente muito dinâmica e que têm estruturado uma relação dinâmica com as comunidades onde se integram (de acordo com os grandes paradigmas de gestão que a UNESCO reclama há mais de 20 anos), esses têm sido os monumentos, entre os quais os que, 

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