Opinião

Gente boa

14 out 2017 00:00
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Luís Mourão, dramaturgo

O “Te-Ato” comemora 40 anos, como dava conta o Jornal de Leiria da semana passada, o Festival de Teatro “Acaso” 22 anos e o “Nariz – Teatro de Grupo” ele mesmo, 24 anos de atividade interrupta.

Não são coisas que possam ser ignoradas sem nos esforçarmos por ignorá-las. O trabalho das companhias de teatro, profissionais ou não, é uma luta constante contra as mais diversas adversidades, e a sua sobrevivência por períodos assinaláveis de tempo um verdadeiro triunfo sobre a ignorância, o calculismo grosseiro e a inabilidade das políticas culturais (chamemos-lhe assim). É um espantoso exercício de resiliência, quanto mais não seja.

A estes “grupos históricos” da cidade de Leiria juntaram-se entretanto outros: “Leirena Teatro”; “Manipularte” e “Gato” ou revigoraram-se outros como o “TASE”, e não sei se me esqueci de algum. Fazem teatro, todos eles. Fazem-no em circunstâncias invariavelmente pouco promissoras, prosseguindo projetos estéticos e organizacionais bem estruturados e juntando à sua volta públicos e criadores muito diversos.Fazem-no resistindo todos eles, cada um a seu modo.

 

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