Opinião

Clube de Bilderberg

16 nov 2017 00:00
margarida-varela
Margarida Varela

Tenho seguido com interesse crescente tudo o que se relaciona com o denominado Clube de Bilderberg.

Li entrevistas e textos avulsos publicados nos “media”. Vi um filme baseado na investigação do jornalista Daniel Estulin, que me conduziu à leitura do seu livro Toda a verdade sobre o Clube de Bilderberg.

A imagem que recolhi de todas estas fontes deixaram-me, no mínimo, apreensiva. Reconheço que tudo o que se relaciona com Bilderberg permanece nebuloso, não permitindo certezas absolutas.

Mas algo de muito inquietante transparece, convidando a uma reflexão profunda sobre a verdadeira natureza deste clube, nascido já em 1954. Na verdade, foi em Maio desse ano que os “Bilderberg” se reuniram pela primeira vez na cidade de Oosterbeek, na Holanda, tendo a reunião ocorrido num Hold que deu o nome ao Clube.

Seguindo alguns autores, na origem deste primeiro encontro teria estado a vontade de promover as relações entre os Estados Unidos e a Europa, reforçando “um consenso sobre o capitalismo ocidental de mercado livre e os seus interesses em todo o mundo”.

Desta reunião, que ocorreu durante um fim-de-semana, rodeada do maior secretismo, sabe-se apenas que foi aí decidida a realização de conferências anuais, que têm vindo a concretizar-se. Mas não foi dado a conhecer qual o verdadeiro e real objectivo dessas reuniões. Sabe-se, no entanto, que nelas são analisadas e discutidas importantes questões de âmbito mundial, com influência na política, na banca e na economia.

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