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Opinião

Amélia do Vale Voltar

15:21 - 27 Junho 2019
Centro Hospitalar de Leiria, obrigada!

Centro Hospitalar de Leiria, obrigada!

Lembrei-me de trazer aqui estas preocupações, ligadas ao ensino e à aprendizagem, ao ler escritos no Facebook e artigos em jornais de autores que se revelam sempre hipercríticos perante algo construído do lado de fora de si.

São seis da manhã e sentada à minha mesa de trabalho, observo os meus livros de educação que repousam na estante e ainda os sinto a iniciarem o dia comigo.

Como professora, devo-lhes quase tudo o que de bom nesta profissão me aconteceu. Chegada da faculdade com um ensinamento precioso, o de sentir, perante a imensidão do conhecimento, que eu nada sabia, construí-me uma aprendente humilde e foram os livros que me salvaram de me tornar uma professora crente na educação como um processo carente da domesticação de alunos e por isso, amarga e zangada pela impossibilidade de conseguir tal coisa.

Através deles, descobri o encantamento que é viajar com cada criança rumo ao aprender com significado.

Um após outro, eles foram-me desafiando a compreender, o complexo processo de aprendizagem, a começar pela questão da predisposição de cada um para aprender. Como provocá-la?

Como levar cada criança a entender como relevante o conhecimento que queremos que construa?

Lembrei-me de trazer aqui estas preocupações, ligadas ao ensino e à aprendizagem, ao ler escritos no Facebook e artigos em jornais de autores que se revelam sempre hipercríticos perante algo construído do lado de fora de si.

Fui procurar no livro, Para Além do Bem e do Mal, de Friedrich Nietzsche, as minhas notas e lá recordei que ele dizia, segundo a minha interpretação, ser ingénuo para a evolução do conhecimento medir o valor das coisas conforme o prazer e a dor do observador, conforme os seus estados de alma,  

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