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Opinião

Alexandra Azambuja Voltar

14:04 - 24 Janeiro 2019
Capital europeia

Capital europeia

Podia tentar encontrar um posicionamento para Leiria, uma coisa que lhe estivesse nos genes, na alma, nas gentes.

Será que a cidade onde vivemos será algum dia Capital Europeia da Cultura? Relembro aulas antigas de marketing territorial e lembro-me da noção de posicionamento: aquilo que nos faz preferir um produto, um destino, uma empresa, uma tribo. Aquilo que diz de um produto, um destino, uma empresa, uma tribo – eu sou isto, sou diferentes de todos os outros produtos, destinos, empresas, tribos, escolham-me a mim.

Podia tentar encontrar um posicionamento para Leiria, uma coisa que lhe estivesse nos genes, na alma, nas gentes. Só me lembro do parque automóvel, da genica empresarial, da Ribeira dos Milagres, dos Concertos para Bebés e do Há Música na Cidade. Não me parece suficiente para uma Capital Europeia da Cultura, mas suponho que a megalomania é uma característica portuguesa.

Quem não se lembra das anedotas de antigamente em que havia sempre um inglês, um francês e um português e invariavelmente o português era o maior em tudo?

Muito antes e em vez de, Leiria deveria ter um caderno de encargos extenso, cheio de pequenas e médias façanhas, em vez do feito gigantesco.

Como resolver os cadáveres esquisitos dos edifícios mortos que assombram a cidade, mudar a localização esdrúxula das passadeiras, revitalizar o Jardim Luís de Camões, prevenir o caos anunciado na rotunda D. Dinis, promover soluções para os centros comerciais moribundos da cidade, dar uma nova cara ao feíssimo edifício da Escola Superior de Educação e ao horripilante edifício que parece uma praça de touros e onde se vai instalar a Assembleia Municipal de Leiria.

Leiria tem tanto para caminhar  

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14 Fevereiro 2019