Opinião

1000 Unidades 304

9 nov 2017 00:00
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Carlos Matos, presidente da Fade in

Confesso que quando comecei a realizar a Unidade 304, lá atrás, em Outubro de 1994, então com a Célia Lopes como assistente de produção, jamais pensaria chegar aqui.

23 anos depois preparo-me para fazer a milésima emissão de um programa de rádio que sempre foi mantido e alimentado "apenas" por uma "irracional" e exacerbada paixão por música.

Ou melhor, por "outras músicas", daquelas que não passam nas estações de rádio que apanhamos nos nossos carros.

A Unidade 304 é, reconhecidamente, um antro de descobertas, quer seja de temas "obscuros" que "ninguém" conhece - fruto de uma constante arqueologia sonora que só uma dedicação obstinada permite - quer de novidades acabadas de editar - que só o coleccionismo e uma atenta prospecção possibilita.

Esta aventura contracorrente, sempre vivida em regime pro bono, teve início na Rádio Clube de Leiria, que depois passou a chamar-se Central FM (agora M80). Nos primeiros 14 anos o programa tinha 120 minutos e ia para o ar aos domingos entre as 20h00 e as 22h00.

Depois saiu das ondas hertzianas e alojou-se online na Rádio Alternativa 21 onde esteve um par de anos até se transformar num podcast de 75 minutos, disponibilizado para download e streaming, ainda e sempre aos domingos mas, desta feita, às 23h00.

Na Rádio Deepland, no Brasil, o programa é transmitido às 19h45 de todas as segundas-feiras a partir de São Paulo. Eis mais alguns dos seus números: entre 10 a 12 horas semanais é o tempo que dedico na preparação de cada emissão.

 

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