Login
Esqueci a password

Se esqueceu o seu Username ou a sua Password envie-nos o seu e-mail e receberá os seus dados de acesso por e-mail.

Se não sabe que endereço de e-mail utilizou no seu registo, por favor contacte os nossos serviços através do nosso e-mail assinantes@jornaldeleiria.pt.

Para procurar palavras exactas utilize aspas. Ex: "Castelo de Leiria" "Jornal de Leiria"
Área restrita

A secção que pretende aceder é restrita a assinantes do Jornal de Leiria. Para se tornar assinante vá à área Assinatura.

Se já for assinante da edição impressa, pode registar-se na edição online, sem custos adicionais.

Caso já tenha um registo, efectue login.

Povos serranos querem discutir reflorestação da área afectada pelo incêndio de Pedrógão com espécies autóctones

Sociedade

13 Julho 2017

Povos serranos querem discutir reflorestação da área afectada pelo incêndio de Pedrógão com espécies autóctones

"Será que 2% do PIB nacional e os lucros das empresas de celulose justificam esta auto-destruição liberalizada?"

O 21.º Encontro Solidário dos Povos da Lousã que acontece no dia 15, junto à capela de Santo António da Neve, em Coentral, Castanheira de Pera, promete uma discussão pública sobre a reflorestação nas zonas afectadas pelo grande incêndio de Pedrógão Grande, que vitimou 64 pessoas, oficialmente. 

Sob o lema Serra da Lousã, repensar e agir, esta iniciativa do jornal O Trevim, Lousitânea – Liga de Amigos da Serra da Lousã, Caperarte e Liga de Amigos do Museu Louzã Henriques, terá como oradores, Carlos Fonseca, biólogo, docente da Universidade de Aveiro e um dos responsáveis pela reintrodução dos veados na Serra da Lousã, Armando Carvalho, engenheiro florestal, Aires Henriques, investigador, José Pais, Silvicultor e administrador da Praia das Rocas, e Rita Serra, investigadora do CESUC. 

No concelho vizinho de Figueiró dos Vinhos, também, estão a ser preparadas acções com vista à discussão da reflorestação com espécies resistentes ao fogo e que não sejam tão voláteis como o eucalipto e pinheiro bravo.
 
Um dos proponentes é a página de Facebook da aldeia de ALGE, que escreve: “é necessário reflorestar a nossa serra e mais importante ainda é preservar as espécies nativas tais como: Azevinho, Castanheiro, Freixo, Sobreiro, Loureiro, Azinheira, Medronheiro entre outros. 

A plantação de Eucalipto NÃO PODE voltar a ganhar terreno àquelas espécies. 
Esta árvore promove a destruição dos recursos hídricos, a destruição da biodiversidade da flora, erradicação quase total de fauna bem como a ignição de incêndios de fulminante propagação como todos assistimos recentemente.



A decisão de ter um ecossistema equilibrado pertence a todos. 

Será que 2% do PIB nacional e os lucros das empresas de celulose justificam esta auto-destruição liberalizada? Queremos ser um ponto verde no planeta e não um ponto negro sem vida!"

Jornal de Leiria
RedacçãoJornal de Leiria redaccao@jornaldeleiria.pt






Os comentários são da exclusiva responsabilidade do utilizador