Sociedade

Paróquia de Marrazes admite vender capela antiga das Almoinhas

2 ago 2020 12:00

A concretizar-se a venda, a verba destina-se a abater dívida relativa à construção da nova igreja.

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Padre Rui Ribeiro acredita que a cedência da capela pode render pelo menos 350 mil euros
Jacinto Silva Duro

A acontecer, nunca será uma decisão contra a vontade dos paroquianos. A venda da capela antiga do Bairro das Almoinhas, que se encontra dessacralizada – ou seja, retirada ao culto, não recebe celebrações religiosas nem sacramentos – é, no entanto, admitida pela Paróquia de São Tiago dos Marrazes, a proprietária do imóvel.

Para o negócio se concretizar, torna-se indispensável a autorização da Diocese de Leiria-Fátima. Que, informalmente, já se manifestou disponível para o viabilizar. O pároco dos Marrazes, padre Rui Ribeiro, acredita que a cedência da capela das Almoinhas iria permitir um encaixe de pelo menos 350 mil euros. Destino? Amortizar dívida.

Com o objectivo de construir a nova igreja, na Quinta do Alçada, inaugurada em 2015 e dedicada aos pastorinhos de Fátima beatos Francisco e Jacinta Marto, foi contraído um empréstimo que continua a pesar nas contas da Paróquia de Marrazes: do crédito bancário, falta pagar 700 mil euros.

“É uma hipótese, a venda, se houver interessados”, admite o padre Rui Ribeiro. Lembra, no entanto, que há laços afectivos que ligam os paroquianos ao antigo lugar de culto – onde se realizaram missas, baptismos, casamentos e funerais, durante décadas – que devem ser res

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