Saúde

Obras no Centro de Saúde deverão avançar entre Maio e Junho

11 jan 2018 00:00

Tutela diz que atribuição de médicos é prioridade na Marinha Grande.

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A falta de condições do Centro de Saúde da Marinha Grande, assim como na extensão de Saúde de Vieira de Leiria, onde, além da falta de médicos, há problemas relacionados com a degradação do edifício, com infiltrações de águas, e ainda a falta de administrativos na extensão da Moita, o que já obrigou ao encerramento dos serviços voltaram a ser discutidos na última reunião do executivo da Marinha Grande.

Em resposta à oposição, Cidália Ferreira e o seu vice-presidente, Carlos Caetano, adiantaram que as obras de remodelação do Centro de Saúde estão em fase de concurso público até ao próximo dia 17 de Janeiro.

Segundo referiram, se os prazos de adjudicação de obra decorrerem dentro da normalidade, a autarquia estima que o início dos trabalhos avance entre Maio e Junho. Na quinta-feira, a presidente da Câmara, Cidália Ferreira, reuniu-se com o secretário de Estado Adjunto da Saúde, Fernando Araújo, e com a nova presidente da Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC), Rosa Reis Marques, num encontro promovido pelo deputado do PS, António Sales. Fernando Araújo adiantou que a “prioridade neste momento vai para os centros de saúde com de falta de médicos e de administrativos”.

“Como há um segundo concurso de 2017 que ainda não saiu, será dada prioridade para o Centro de Saúde da Marinha Grande. Está igualmente a ser avaliada a possibilidade de colocar serviços de dentista e nutricionista no Centro de Saúde da Marinha Grande”, referiu, citado numa nota de imprensa do PS.

O governante concordou ainda com a necessidade urgente da criação das três Unidades de Saúde Familiares neste concelho.

Neste encontro, António Sales revelou ainda que no Agrupamento dos Centros de Saúde do Pinhal Litoral “há 237 vagas carenciadas em todas as áreas profissionais num total de lugares de quadro de 737, há baixas profissionais de doença prolongada para três administrativos, dois enfermeiros e sete médicos, sem hipótese de abrir vaga, há uma rotação permanente pelos contratos com o centro de emprego e há, também, inúmeros pólos de saúde com duas e três equipas apenas com um elemento administrativo que, quando este entra de férias ou adoece, têm de ser encerrados por não haver substituição”.

 

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