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Impulso anuncia o maior cartaz de sempre com mais de 60 artistas
Concertos, residências, cinema e performance, entre Março e Dezembro
Concertos de Tristany Mundu e de João Pimenta Gomes com Bob Weston e Gabriel Ferrandini, integrados no ciclo Sororidade, abrem na quinta-feira, 12 de Março, a temporada de 2026 do festival Impulso, pelas 21:30 horas, no Centro Cultural e de Congressos (CCC) de Caldas da Rainha.
A par do ciclo Sororidade, que se realiza por iniciativa do CCC com apoio da Direcção-Geral das Artes, a edição deste ano acontece também através do programa Noites Impulso, que vai ocupar igrejas, museus e outros espaços inesperados na cidade, com início a 20 de Março, data que oferece espectáculos de Rossana e Stereossauro.
A organização anuncia o maior cartaz de sempre, com concertos, residências, cinema, performance e mais de 60 artistas, de Março a Dezembro.
As residências artísticas de Pedro Melo Alves, Beautify Junkyards e Loopooloo com Nadia Schilling, que culminam com actuações ao vivo, são um dos eixos principais do Impulso em 2026.
Numa aposta em “talento alternativo” e “emergente” da música nacional e internacional, estão confirmados Mordo Mia, Falcona, C-mm, Sereias, Maquina, Use Knife, Hetta, Sunflowers e Scúru Fitchádu.
OkA, Nídia & Valentina, Helena Silva, Lisa Sereno, Calcutá, The Selva, Copo d'Água e Unsafe Space Garden são outros nomes que vão passar por Caldas da Rainha, tal como Los Sara Fontan, Femme Falafel, Joy Bangs e Santos Fora de Horas.
Do alinhamento constam, por outro lado, Mateus Verde, Prado, Dame Area, Trasgo, Zora Jones, Monch Monch, Landa, O Triunfo dos Acéfalos e Uma Banda de Call Center, além de Cave Story, Adufe & Alguidar, Terrible Mistake, Suzana, Ilusão Gótica e Monstera com o coro Aterateia.
Leonor Arnaut, Ensemble of Other Living Beings, L'a'v, Humberto, Miguel, Co$tanza & Kenny Berg, Warupmaria & Sulla, Kuiã e Martin Limbo também integram a programação, que inclui a performance RE.SET a metaphor for my queer emancipation, de Be Dias.
O regresso do Impulso faz-se também com a presença no Caldas Late Night e no Caldas Film Fest.
“Um dos principais objectivos é o de descentralizar; não apenas por programarem fora dos grandes centros, mas também por criar contexto, continuidade e relação. É fazer com que artistas regressem, que projectos amadureçam, que o público acompanhe processos e não apenas estreias”, refere a organização. “A ligação à ESAD.CR continua a ser estruturante: estudantes, artistas emergentes e criadores estabelecidos partilham espaço, risco e descoberta”.