Saúde

Hospitalização Domiciliária no Oeste chega a 285 doentes no primeiro ano

4 jun 2020 15:23

Com os cuidados prestados no domicílio, durante o primeiro ano de actividade da unidade, foi possível libertar 3.022 dias de internamento convencional no hospital.

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A média de idades dos utentes abrangidos foi de 70 anos.
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Redacção/Agência Lusa

Durante o seu primeiro ano de actividade, a Unidade de Hospitalização Domiciliária (UHD) do Centro Hospitalar do Oeste (CHO) já prestou cuidados de saúde no domicílio a 285 doentes, libertando 3.022 dias de internamento convencional no hospital.

Num balanço do primeiro ano de actividade da unidade, que iniciou a actividade no dia 3 de Junho de 2019, o CHO especificou que, dos 285 doentes assistidos no domicílio, 49% eram do género feminino e 51% do género masculino. A média de idades foi de 70 anos, tendo o doente mais jovem 18 anos e o mais idoso 102 anos.

Os dados são avançados por um comunicado da instituição, citado pela agência Lusa, segundo o qual, no universo de doentes que usufruíram do apoio das equipas de hospitalização domiciliária, 99% consideraram-se “muito satisfeitos” e 1% disse-se “satisfeito”.

Segundo aquela nota, o serviço registou uma demora média de 10,6 dias no internamento e as equipas da UHD percorreram um total de 90.849 quilómetros pelos concelhos da área de influência dos três hospitais que integram a instituição: Caldas da Rainha, Torres Vedras e Peniche.

Esta UHD funciona com duas equipas, uma na Unidade Hospitalar de Caldas da Rainha e outra na Unidade Hospitalar de Torres Vedras.

As equipas são constituídas por médicos, enfermeiros, uma assistente técnica, uma gestora, uma assistente social, uma farmacêutica, e uma nutricionista.

Cada uma tem a cargo uma lotação de cinco camas, traduzindo-se numa lotação total de 10 camas, numa área de influência que se estende entre Mafra e a freguesia de Benedita, no concelho de Alcobaça.

No balanço enviado à imprensa, o Conselho de Administração (CA) do CHO considera que os “resultados positivos” do primeiro ano de actividade assistencial “reforçam a relevância deste projecto na prestação de cuidados de saúde de qualidade e de proximidade aos utentes da região Oeste”.

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