Economia

Emigrantes impulsionam negócio dos parques aquáticos

4 set 2017 00:00

Os empresários estão satisfeitos com o grande movimento registado nos parques aquáticos. Os emigrantes são o principal motor deste negócio de Verão

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Daniela Franco Sousa

Depois dos acidentes que causaram duas vítimas mortais no parque aquático do Restelo, que mancharam a reputação e afastaram o público deste tipo de entretenimento durante a década de 90, eis que os parques aquáticos da região de Leiria atravessam um dos seus melhores momentos. A responsabilidade desta grande procura deve-se, em grande parte, aos emigrantes.

“Os anos 90 foram de quebra, devido aos acidentes do Restelo”, recorda Paulo Marques, administrador do Sportágua. Mas passou-se de “um vazio legal para uma legislação exigente” e o público reaproximou-se destes equipamentos, observa o responsável pelo parque de diversões aquáticas que funciona em Peniche desde 1989.

A procura é grande por parte da comunidade emigrante em França, mas também por parte de turistas estrangeiros, de muitas outras nacionalidades, que conhecem o Sportágua através das redes sociais e que valorizamvalorizam o facto deste ficar relativamente próximo de Lisboa, observa o administrador.

Neste negócio sazonal, que dá emprego a 15 pessoas durante dois meses, o movimento tem crescido sobretudo nos últimos cinco Verões. Há famílias que frequentam o Sportágua “dois ou três dias por semana”, expõe Paulo Marques.

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