Sociedade

Crime de injúria contra sindicalista de Leiria prescreveu

5 fev 2019 00:00

O crime de injúria na forma qualificada de que estava acusado o sindicalista Manuel Cruz, detido em 2013, por alegada agressão a um agente do corpo de segurança pessoal da ex-ministra Assunção Cristas, prescreveu.

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Jacinto Silva Duro

Manuel Cruz começou hoje a ser julgado no juízo cível do Tribunal de Leiria e está ainda acusado de um crime de ofensa à integridade física na forma qualificada e admitiu ter batido no agente da PSP “para se defender”, pois foi “manietado” e “empurrado” quando exibia um cartaz a dizer “Demissão já!”, quando a então ministra da Agricultura, Assunção Cristas, chegou ao Teatro José Lúcio da Silva, no dia 4 de Junho de 2013, para uma conferência.

“Apenas estava a exibir uma folha A4, quando me empurraram e manietaram. Quando voltei a levantar o cartaz, fui agredido com um pontapé na canela. Não me recordo de ter batido, mas amigos disseram-me que o fiz. Admito que o tenha feito, mas para me defender, porque nunca bateria em ninguém com a intenção de agredir”, proferiu, no Tribunal de Leiria.

O agente do corpo de segurança pessoal que acusa Manuel Cruz de o ter agredido com um soco no lábio superior explicou ao tribunal que o arguido se mostrou “exaltado” a proferir “palavras injuriosas”, “tentando aproximar-se da senhora ministra, quando ela chegou”.

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