Economia
Congresso dos Moldes regressa à Marinha Grande em Novembro
Cefamol marcou para 26 e 27 de Novembro a XII edição do Congresso da Indústria de Moldes, que decorrerá no Teatro Stephens. O encontro bienal reúne empresários, quadros, académicos, clientes e responsáveis políticos para debater o posicionamento de uma fileira que exporta para mais de 80 países
O Congresso da Indústria de Moldes, principal fórum de debate da indústria portuguesa de moldes volta a realizar-se, este ano, na Marinha Grande.
A Cefamol - Associação Nacional da Indústria de Moldes anunciou que a XII edição do evento decorre a 26 e 27 de Novembro, no Teatro Stephens, na cidade que acolhe a sede da associação desde a sua fundação, em 1969.
O encontro reunirá empresários, quadros superiores, responsáveis políticos, académicos, clientes e fornecedores em torno das transformações do mercado e do posicionamento internacional das empresas nacionais.
Segundo informação disponobilizada pela associação, trata-se de analisar as tendências em curso e de traçar caminhos para reforçar a competitividade, mais do que um conjunto de sessões técnicas, um momento de partilha de conhecimento e de estímulo à mudança.
A edição anterior decorreu em Oliveira de Azeméis, o outro pólo do aglomerado nacional de moldes, sob o lema "Moldar (n)um mundo em mudança", e reuniu cerca de 400 delegados de mais de uma centena de empresas.
Uma fileira que exporta para mais de 80 países
O congresso chega num momento de reconfiguração. Portugal é o quarto maior exportador europeu de moldes e o oitavo a nível mundial, mas a dependência da indústria automóvel que, historicamente é o principal cliente, tem obrigado as empresas a procurar alternativas na aeronáutica, no dispositivo médico, na embalagem e, mais recentemente, na defesa.
Foi esse o tom da última Semana de Moldes, organizada em 2025, pela Cefamol com o Centimfe e a Pool-net, quando a presidente do centro tecnológico, Cláudia Novo, descreveu o aglomerado nacional como "um exemplo de consolidação industrial que exporta para mais de 80 países".
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