Sociedade

Cinco meios aéreos combatem chamas no Parque Natural, na Barrenta

21 ago 2017 00:00

Ataque evolui favoravelmente, mas a orografia está a complicar o acesso dos bombeiros aos locais afectados pelo fogo.

Fotografia: Hugo Pereira
Fotografia: Hugo Pereira
Fotografia: Hugo Pereira
Fotografia: Hugo Pereira
Fotografia: Hugo Pereira
Fotografia: Hugo Pereira
Fotografia: Hugo Pereira
Jacinto Silva Duro

Ao todo, cinco aeronaves, 64 viaturas e 216 bombeiros estão no Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros a combater o fogo que, desde ontem, pelas 16:50 horas, está a destruir uma das mais belas e ricas zonas naturais do País. 

Segundo o presidente da Câmara Municipal de Porto de Mós, que está no local, o combate ao fogo está a evoluir favoravelmente, embora esteja a ser acautelada uma eventual mudança na direcção do vento.

"A situação está controlada. Durante a madrugada, o vento mudou e tivemos algumas casas em risco, mas tivemos a sorte de o vento voltar a mudar de direcção e, com o excelente trabalho dos bombeiros, conseguimos resolver a situação", relatou João Salgueiro. 

As temperaturas elevadas que se fazem sentir neste momento, a vegetação serrada, a humidade de zero por cento e um ligeiro vento com direcção Oeste têm contribuído para a demora na extinção das chamas.

Ontem, foi ainda necessário retirar um grupo de jovens que se encontravam numa colónia de férias, na Quinta da Escola, em Alvados. Foram colocados no Centro de Ciência Viva, na nascente do Alviela por precaução, mas, neste momento, um autocarro da Câmara já os está a levar de regresso a Alvados.