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Castelo de Leiria foi actor principal em filme indiano

1 fev 2018 00:00

Cinema | Região acolhe equipas de filmagem estrangeiras, atraídas pelo património e paisagens.

Fotografia: CML
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Jacinto Silva Duro

A primeira produção indiana rodada em Portugal estreou-se em Fevereiro de 2016. Uma história de amor vivida no aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa. O País está na mira das produções de 7.ª arte do subcontinente que, ano após ano, envia equipas de filmagem e actores em busca de cenários inusitados e românicos.

Nós últimos anos, pelo menos, Leiria, Nazaré e Óbidos serviram já de pano de fundo a quatro produções. A última, a longa-metragem Kangalim, passou pelo castelo da cidade do Lis, na última sexta-feira. A fita é um musical a transbordar de sentimento, música e dança, que terá três clips rodados em Portugal.

Dois em praias do Algarve e um no Castelo de Leiria, que é uma reinterpretação do conto infantil Rapunzel. O resto da história está no segredo dos deuses… indianos. O filme deverá estrear na Índia antes do final do ano.

“Regressámos a um sítio onde fomos bem tratados e onde tivemos grandes facilidades para trabalhar”, explica Margarida Saldanha. A produtora, ligada à empresa portuguesa Tavares The Thirteen, esteve no ano passado na região, a acompanhar as filmagens de Satyaharishchandra um outro filme indiano, do cinema de Sandalwood. com sede em Bangalore e falado em kannada – não confundir com Bollywood, a congénere indiana de Hollywood, instalada em Mumbai, que dá preferência à língua hindi.

Segundo esta responsável, a indústria do cinema indiano “descobriu” Portugal, quando o produtor indiano Rengarajan Jaiprakash, também conhecido por JP, filmou e começou a apostar no País. “Os estúdios perceberam que somos mais acessíveis e tranquilos do que outros países da Europa”, explica a produtora portuguesa.

O consenso é que Portugal poderia ser uma espécie de Cinecittà, o complexo de estúdios de Roma, com o correspondente impacto na restauração, hotelaria, turismo e florescimento de indústrias criativas ligadas ao sector do audiovisual, porém, devido às habituais dificulda

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