Sociedade

Casa do Arco e antigo Grémio Literário mudam de mãos e serão devolvidos à cidade

24 dez 2015 00:00

Três imóveis que estavam nas mãos de famílias tradicionais de Leiria têm novos proprietários, que querem investir em comércio, habitação e serviços e ajudar a dinamizar o centro da cidade

Foto: Ricardo Graça
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Foto: Jacinto Silva Duro
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Foto: Jacinto Silva Duro

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Imagine que o fervilhar da Praça Rodrigues Lobo se estende para Oeste através da Rua Miguel Bombarda. Há um projecto que ambiciona esta dinâmica, a partir da reabertura da Casa do Arco, recentemente negociada.

O investidor é o mesmo que patrocinou a intervenção no antigo edifício da Tipografia Barata. Não é a única novidade no mercado da reabilitação urbana em Leiria: também o cotovelo da Rua D. Dinis com o Largo 5 de Outubro tem novo proprietário. E quanto ao imóvel da Rua Machado Santos onde funcionou o Grémio Literário, só falta passar o acordo a papel assinado. Três edifícios com história, outras tantas janelas que se abrem sobre o futuro.

Foi em 1912 que o arquitecto Ernesto Korrodi sujeitou à aprovação da Câmara Municipal de Leiria os planos que viriam a redesenhar a Casa do Arco, tal como a conhecemos hoje. O número 14 da Rua Afonso de Albuquerque, desabitado há anos, foi adquirido aos descendentes de José Gaudêncio Barreto pela empresa Campinoise – Construção Civil e Obras Públicas Lda, com sede na Caranguejeira.

O comprador é um empresário de Leiria emigrado em França que já tinha devolvido o charme ao antigo edifício da Tipografia Barata, no outro extremo da sala de visitas da cidade.

De acordo com Luz Pedroso, da Twelvesquare, imobiliária que intermediou o negócio, o investidor pretende ocupar rés-do-chão e pisos superiores da Casa do Arco com comércio, restauração e habitação. Com o projecto ainda em desenvolvimento, admite-se, pelo menos, uma dezena de apartamentos de tipologia reduzida para arrendamento.

"É isso que se quer privilegiar: este prédio, ao ser reabilitado, vai ser um grande benefício para aquela rua, é um grande elo de ligação” entre a Praça Rodrigues Lobo e as ruas interiores do casco histórico, afirma a consultora.

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