Sociedade

Burro Velho não aprende línguas, mas mata a fome a quem aparecer

29 out 2016 00:00

Pergunte pela especialidade da casa: arroz de peixe com lagosta.

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Para chegar ao restaurante Burro Velho, não precisa da ajuda do GPS nem da tradicional troca de informações na berma da estrada. A melhor pista é mesmo o Mosteiro de Santa Maria da Vitória, que até os condutores menos atentos conseguem identificar a partir do IC 2.

Com 450 avaliações na internet, na mais famosa plataforma digital de viagens e turismo, o Burro Velho pertence à categoria dos mais populares na região, pelo menos entre os utilizadores de novas tecnologias. E se cada cliente tem as suas razões, a vizinhança com o Mosteiro da Batalha não atrapalha a decisão de nenhum deles. Antes pelo contrário.

Da esplanada, na Rua Nossa Senhora do Caminho, avistam-se as Capelas Imperfeitas e todo o recorte do monumento classificado pela Unesco. Lá dentro, a sala de refeições tem capacidade para 68 pessoas e guarda outra espécie de património: uma generosa lista de vinhos que promete bons princípios e melhores saídas, na qual podemos encontrar preciosidades como os tintos Quinta do Noval e Bairrada Principal, os brancos produzidos por Carlos Lucas e os verdes de Luís Cerdeira. Manter uma garrafeira com o mesmo nome, logo na porta ao lado, facilita o desfile etílico, e não há dúvida que os apreciadores destas coisas agradecem a amplitude da escolha.

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