Desporto

A arte de ser seccionista, o “bombeiro de serviço” por amor ao clube

21 mai 2026 08:00

Eles tratam dos equipamentos, de pequenos arranjos e de toda a logística de clubes onde treinam centenas de atletas todos os dias. São os seccionistas, cada vez mais raros, que, nos bastidores, garantem uma máquina oleada para que nada falte no desporto

Rui Clemente, José Magalhães e José Jorge ajudam no que podem, por amor ao clube
Rui Clemente, José Magalhães e José Jorge ajudam no que podem, por amor ao clube
Ricardo Graça
Rui Clemente, José Magalhães e José Jorge ajudam no que podem, por amor ao clube
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Ricardo Graça
Rui Clemente, José Magalhães e José Jorge ajudam no que podem, por amor ao clube
Rui Clemente, José Magalhães e José Jorge ajudam no que podem, por amor ao clube
Ricardo Graça
Inês Gonçalves Mendes

“Desde tomar conta da rouparia, arranjar seguranças para os jogos, orientar os massagistas, que também sou, faço tudo. Quando é preciso mexer na luz, na água, na canalização... sou o tapa-buracos. O bombeiro de serviço”.

José Magalhães é o homem com que, dentro do Atlético Clube Marinhense, todos sabem que podem contar. Dedica-se de corpo e alma ao clube e, embora não experimente dar uns toques na bola ou orientar treinos, é uma figura indispensável para que tudo funcione dentro do emblema. O típico seccionista, que procura que nada falte a atletas, treinadores e dirigentes, para que apenas tenham de chegar, treinar e ir embora. Da logística, é ele que trata.

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