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Opinião

José Amado da Silva Voltar

15:43 - 21 Junho 2019
Política “à portuguesa”: “Nós” e “Eles”?

Política “à portuguesa”: “Nós” e “Eles”?

“Só por isso, é um discurso de 10 de junho que cumpre com o seu objetivo de uma maneira que não sucedida desde o pronunciado por Sampaio da Nóvoa em 2012”.

Meu Caro Zé,

O Estádio Nacional, no Jamor, completou 75 anos no dia 10 de junho. À mesma hora, nascia este teu amigo e é por isso que quer o estádio, quer o dia (ainda por cima feriado) sempre tiveram um particular significado para mim.

Só que este ano o dia foi, felizmente, “apimentado” pelo discurso do jornalista João Miguel Tavares (JMT) que, tanto quanto me apercebi, acabou por ter uma expressão de discussão política que parecia esquecida.

Li o discurso todo e, aparte umas trocas de impressões em família, não tive ocasião de me inteirar do teor das reações e contrarreações ao discurso, com exceção de um artigo no dia 12 de junho no Público de Rui Tavares, que, aliás, sempre leio, com um título preocupante “Os políticos não nos darão nada que não saibamos” e uma “caixa” que salientava “Discurso de JMT suscitou um debate sobre a sua relevância e ajuda-nos a pensar o momento em que o País está”.

E Rui Tavares acrescenta: “Só por isso, é um discurso de 10 de junho que cumpre com o seu objetivo de uma maneira que não sucedida desde o pronunciado por Sampaio da Nóvoa em 2012”.

Aliás, Rui Tavares, numa inequívoca demonstração de espírito democrático, a que aliás nos habituou (e que tanta falta vai fazer no Parlamento Europeu), expressava a sua concordância com JMT em muitos pontos, para, no fim, explicitar a sua discordância em relação ao facto de JMT ter pedido aos “políticos que nos deem «algo em que acreditar»”.

Vê nisso dois problemas: “O primeiro é que os políticos não o vão fazer”.

O segundo problema é este  

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