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Opinião

Amélia do Vale Voltar

15:58 - 08 Fevereiro 2019
À noite, todos os gatos são pardos

À noite, todos os gatos são pardos

É que acompanhando, atualmente, alunos do lado de fora da escola, apercebo-me de que alguns professores mais não fazem do que expor a matéria e verificar nos testes se ela foi, eficazmente, decorada pelos “aprendentes”.

Pus-me a imaginar o que aconteceria se o Ministério da Educação desse a possibilidade a qualquer cidadão portador de um curso superior de ingressar na profissão docente. Será que economistas e engenheiros se candidatariam para lecionar matemática?

Que enfermeiros apareceriam para dar Ciências Naturais ou Biologia? Que para ensinar português muitos advogados ou jornalistas se apresentariam? Não sei, mas temo que as aulas com que muitos deles brindariam os alunos não seriam assim tão diferentes das aulas a que alguns professores ainda hoje sujeitam os discentes.

É que acompanhando, atualmente, alunos do lado de fora da escola, apercebo-me de que alguns professores mais não fazem do que expor a matéria e verificar nos testes se ela foi, eficazmente, decorada pelos “aprendentes”.

Ora, eu continuo sem entender esta forma de se ser professor! Não, não percebo como um profissional que tem como função formar cidadãos para o futuro consegue estar tão agarrado à educação estruturada para servir a era industrial.

Num artigo excelente de Pasi Sahlberg, publicado no nº84 da revista “noesis”, li, há uns tempos, como até já está ultrapassado o objetivo da Estratégia de Lisboa para a Educação e Formação!

Se bem que importantes, os resultados do PISA apenas representam “uma avaliação parcial e extremamente redutora do complexo e subtil processo de educação para uma economia de conhecimento e uma sociedade democrática”.

Falta a essa antiga estratégia, norteadora dos sistemas educativos europeus, o conseguir fazer uma reforma que torne as aprendizagens na escola interessantes para todos os alunos e que os ajude a descobrir os seus talentos individuais,  

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14 Fevereiro 2019