Login
Esqueci a password

Se esqueceu o seu Username ou a sua Password envie-nos o seu e-mail e receberá os seus dados de acesso por e-mail.

Se não sabe que endereço de e-mail utilizou no seu registo, por favor contacte os nossos serviços através do nosso e-mail assinantes@jornaldeleiria.pt.

Para procurar palavras exactas utilize aspas. Ex: "Castelo de Leiria" "Jornal de Leiria"
Área restrita

A secção que pretende aceder é restrita a assinantes do Jornal de Leiria. Para se tornar assinante vá à área Assinatura.

Se já for assinante da edição impressa, pode registar-se na edição online, sem custos adicionais.

Caso já tenha um registo, efectue login.

Opinião

Voltar

17:54 - 05 Setembro 2019
Deitar fora os meus profetas? Jamais!

Deitar fora os meus profetas? Jamais!

Num estudo recente, realizado na Finlândia, concluiu-se que é a empatia do professor a chave para o desenvolvimento académico do aluno.

Como mudei de casa trouxe atrás de mim todos os objetos e livros que lá sentia a falarem comigo. Agora, no meu novo nicho de trabalho, ando a arrumá-los e é estranho pôr-me a avaliar o que desse meu humilde pecúlio decido manter ou deitar fora.

Com os objetos tem sido relativamente fácil: apesar de pouco valiosos estão já há gerações na família e, por isso, ao guardá-los sinto-me a respeitar a materialização dos afetos dos meus antepassados e gosto dessa sensação. Já com os livros, por onde estudei toda a minha vida, ando indecisa.

Como um todo, se alguém lhes pegasse no futuro, eles apenas se mostrariam como instrumentos de trabalho de uma professora no século passado. No entanto a mim, hoje, eles ainda me servem.

Agora, por exemplo, li no epílogo de um livro que comprei em 91 e que se chama Como educar as atitudes o seguinte: “Qualquer discurso sobre a educação de atitudes tem como fulcro a atitude pessoal do educador.(…) Pensamos que como ponto de partida de todo o processo deve estar a crença interior do educador nos valores e atitudes que deseja formar nos jovens. (…) Os alunos devem ver encarnados em nós esses mesmos valores e atitudes que lhes transmitimos”.

A estas recomendações, feitas neste livro, poder-se-iam vir juntar centenas de outras, de outros temas, retiradas dos meus velhos livros como conhecimento pertinente e por isso ainda repletas de utilidade, na escola dos dias de hoje.

E sim, é verdade, tenho sentido o quão verdadeiro é aquele tão ridicularizado cliché que afirma que os problemas, com os alunos atuais, surgem porque sendo eles do século XXI, ainda vão a uma escola moldada no século XIX.

Se não, que outro motivo haveria para escolas e professores 

LER MAIS

Faça para ler a totalidade do artigo ou registe-se e aceda à versão integral deste texto





Os comentários são da exclusiva responsabilidade do utilizador