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Nuno Mangas: "Que me recorde não fui a Fátima a pé. Mas vou muitas vezes ao Santuário"
Foto de Ricardo Graça

Gente & Lustre

16 Abril 2017

Nuno Mangas: "Que me recorde não fui a Fátima a pé. Mas vou muitas vezes ao Santuário"

Caminhadas, trabalhos manuais, ciência e viagens na Impressão Digital desta semana.

É daquelas pessoas casadas com o trabalho?
No sentido do compromisso e da disponibilidade, sim. Gosto muito do que faço. Mas daí a estar casado com o trabalho vai alguma distância.

Já começou a arrumar os papéis ou tem a secretária sempre arrumadinha?
Todos os dias vou arrumando alguns “papéis” mas aparecem sempre outros. Ter a secretária “arrumada” é um desafio permanente.

O que lhe vai fazer mais falta quando abandonar a presidência do IPL?
Talvez a companhia das pessoas com quem trabalho diariamente e de forma intensa há muitos anos. Mas neste momento estou sobretudo muito focado nas minhas funções neste último ano de mandato.

O gabinete é a sua zona de conforto?
Gosto muito do terreno, de circular, de me deslocar…mas o conforto do gabinete é importante sobretudo nos momentos em que precisamos de fazer trabalho menos visível e solitário, muitas vezes durante o fim-de-semana. Nessas ocasiões, o ambiente do gabinete e a boa música de fundo ajudam.

Se começasse uma carreira nova, seria?
Não sei! Nunca planeei a minha carreira. No contexto atual, talvez começasse por viver e viajar por diferentes países e continentes.

Com que idade descobriu a vocação para engenheiro?
Muito cedo! Sempre gostei de “colocar as mãos na massa”, de fazer coisas. Era eu quem normalmente arranjava “coisas” lá em casa.

Além do português, é fluente em... mandarim, por exemplo?
Infelizmente não… mas procuro conhecer um pouco da cultura chinesa. Nunca tive muito jeito para as línguas; sempre gostei mais das ciências exactas, nomeadamente de matemática.

Mas sente-se com espírito de emigrante?
Muito mais de viajante. Viajar proporciona uma aprendizagem permanente. Permite conhecer novas pessoas, novas culturas, outros ambientes… Digo muitas vezes que se pudesse repartia o meu tempo entre os dois hemisférios, procurando aproveitar o melhor dos dois.

Ficou convencido quando o seu filho lhe explicou as razões para não se licenciar no IPL?
O Politécnico de Leiria teria sido também, seguramente, uma boa opção. Mas o ingresso no ensino superior é um momento de crescimento, de desenvolvimento pessoal, de escolha, de opções. É isso que procuro transmitir aos meus filhos.

É a irmã mais nova que vai salvar a honra do convento?
Está salva qualquer que seja a sua opção no final deste ano lectivo. O importante é que escolha um curso de que goste e no qual se sinta realizada.

Escolha um ditado que se aplica às suas caminhadas: devagar se vai ao longe ou mais vale só do que mal acompanhado.
Cada vez caminho mais depressa… mas para atingirmos alguns objectivos por vezes é preciso tempo. Quanto às companhias faço algumas caminhadas muito bem acompanhado!

Aproveita para planear o trabalho ou para não pensar em trabalho?
Muito para planear e reflectir sobre muitas coisas. São sobretudo momentos de algum distanciamento, sem telefone e internet, de comunhão com a natureza.

Vive no concelho de Ourém, perto do Santuário. Já foi a Fátima a pé?
Que me recorde não. Mas vou muitas vezes ao Santuário de Fátima.

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