DEPRESSÃO KRISTIN

Três semanas à luz da vela e uma esperança que quase se apaga

19 fev 2026 11:13

Volvidas mais de três semanas depois da passagem da depressão Kristin sobre a região de Leiria, há quem continue a viver sem luz. Há revolta e tristeza em quem passa os dias entregue à escuridão

Mãe de quatro crianças menores, Vânia Gomes, que já se encontrava desempregada, viu as suas dificuldades agravadas com a passagem da intempérie
Mãe de quatro crianças menores, Vânia Gomes, que já se encontrava desempregada, viu as suas dificuldades agravadas com a passagem da intempérie
Ricardo Graça
Mãe de quatro crianças menores, Vânia Gomes, que já se encontrava desempregada, viu as suas dificuldades agravadas com a passagem da intempérie
Mãe de quatro crianças menores, Vânia Gomes, que já se encontrava desempregada, viu as suas dificuldades agravadas com a passagem da intempérie
Ricardo Graça
Mãe de quatro crianças menores, Vânia Gomes, que já se encontrava desempregada, viu as suas dificuldades agravadas com a passagem da intempérie
Mãe de quatro crianças menores, Vânia Gomes, que já se encontrava desempregada, viu as suas dificuldades agravadas com a passagem da intempérie
Ricardo Graça
Daniela Franco Sousa

Se a destruição bateu à porta de muitas empresas e famílias na madrugada de 28 de Janeiro, essa tragédia continua a ecoar com maior intensidade junto de quem, volvidas mais de três semanas, ainda gere os dias à luz da vela.

No meio da escuridão vivem agregados com crianças amedrontadas e idosos que se sentem votados ao abandono.

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