Desporto

A Kristin levou-lhes a casa e, para retribuir, regressaram à 2.ª divisão

6 abr 2026 11:37

O pavilhão a quem os jogadores chamavam casa não resistiu aos ventos fortes. O foco no campeonato não desapareceu e os jogadores do Amarense celebraram a subida de divisão

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Adeptos fizeram a festa e celebraram o regresso à 2.ª divisão
RAFAELA RIBEIRO/AR AMARENSE
Inês Gonçalves Mendes

O jogo de dia 28 de Fevereiro era decisivo. Contra Saavedra Guedes, uma vitória dava ao Amarense tudo o que ambicionava: subir à 2.ª divisão nacional de futsal. Com toda a pressão que o jogo acarretava, prepararam-se “com a normalidade das outras semanas”, com a esperança que fosse redimida a tragédia de 28 de Janeiro: o pavilhão onde treinavam, a quem muitos chamam casa, não resistiu aos ventos fortes.

“Levámos o jogo da forma mais séria possível. Tivemos muitos minutos onde, se calhar, a ansiedade falou mais alto, mas soubemos sempre reagir e fomos controlando o jogo com um pavilhão cheio e uma festa espectacular”, resume Pedro Pipa, treinador da equipa principal há oito anos.

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